II Jogos Florais de Irati/PR - 2026

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II Jogos Florais de Irati - 2026 

 

Âmbito Estadual – Categoria: Veterano – Tema: Destino(L/F)
Comissão Julgadora: Antônio
Colavite, Professor Garcia e Renata  Paccola.  

1º Lugar: Lucília Alzira
Trindade Decarli, Bandeirantes/PR 
Meu proceder redefino 

sem os erros que abracei, 

pois não culpo o meu destino 

por males que a mim causei. 

2º Lugar: Nilsa Alves de Melo, Maringá/PR 

No trajeto ao seu destino 

leve sempre na bagagem 

a leveza de um menino 

e a grandeza da coragem! 

3º Lugar: Karen Souza, Curitiba/ PR 

Sob um roteiro singelo, 

com um teor impreciso, 

o destino uniu, tão belo, 

meu olhar e seu sorriso. 

3º Lugar: Angela Regina
Ramalho Xavier, Maringá/PR 
Fostes um sonho encantado 

algo intenso e tão divino, 

se hoje estamos lado a lado, 

foi por conta do destino.

4º Lugar: Lucília Alzira
Trindade Decarli, Bandeirantes/PR 
Sob as teias do destino 

as contradições da vida: 

sou o amante peregrino 

que sofre em cada partida... 

5º Lugar: Zunir Andrade, Ponta Grossa/PR 

O destino, volta e meia, 

cria um jogo em nossas vidas; 

implacável, trapaceia, 

vence todas as partidas. 

Menções Honrosas: 

(Por pontuação) 

1º MH: José Feldman, Floresta/PR 

Se o destino é quem comanda, 

nossa vida neste chão, 

minha esperança então anda 

nas rédeas da minha mão. 

2º MH: Caterina Balsano Gaioski, Irati/PR 

Na emboscada do Cupido 

meu destino foi selado, 

meu coração foi rendido, 

para sempre aprisionado. 

3º MH: Massimiliano Angelo, Maringá PR 

Ainda que eu ande errante, 

sem encontrar direção, 

meu destino é ir adiante 

seguindo meu coração.

3º MH: Silvia Maria Svereda, Irati/PR 

No comando do destino, 

vislumbro novo horizonte... 

E em passos de peregrino, 

calmamente, chego à fonte 

4º MH: Silvia Maria Svereda, Irati/PR 

Será mesmo o “tal” destino 

que tem a força e o poder? 

Creio que é o plano divino 

que faz tudo acontecer. 

5º MH: José Feldman, Floresta/PR 

O destino é um mar aberto, 

onde o barco é o coração... 

mesmo o rumo sendo incerto, 

eu não largo o meu timão. 

5º MH: Ritanara de Cássia Elbl da Silva, Ponta Grossa/PR 
No trem da 'Estação Saudade', 

pessoas sobem e descem! 

Pelo destino - é verdade - 

são poucas que permanecem! 

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Âmbito Estadual – Sem distinção de Categoria – Tema: Pó (Humor) Comissão
Julgadora: Antônio Colavite, Professor Garcia e Renata  Paccola. 

1º Lugar: Caterina Balsano Gaioski, Irati/PR 

Todo mundo na folia, 

parece dançar baião, 

a razão desta "euforia..." 

pó de mico no salão. 

2º Lugar: Zunir Andrade, Ponta Grossa/PR 

Num negócio de café, 

com distinto trapaceiro, 

investi com muita fé – 

virou pó o meu dinheiro. 

3º Lugar: Renata Regis Florisbelo, Ponta Grossa/PR 

Passei pó de arroz na face 

logo antes do namorico… 

Foi um colossal impasse 

posto que era pó de mico! 

4º Lugar: Antonio Augusto de Assis, Maringá/PR 

Sem que se explique o motivo, 

o amor é isto, e tão só: 

ou dá certo e é fogo vivo, 

ou dá “curto” e vira pó... 

5º Lugar: Carlos Rogério Vriesman, Carambeí/PR 

Casais no forrobodó, 

a dançar no chão batido... 

Levantava tanto pó 

que confundia o cupido!

 

Menções Honrosas: 

(Por pontuação) 

1º MH: Zunir Andrade, Ponta Grossa/PR 
Traficante executado - 

a lápide dava do’: 

“Ninguém fique preocupado, 

outra vez encontro o pó”.  

1º MH: Lucrecia Welter, Toledo/PR 

Varri tudo com vontade, 

fiz até coreografia; 

o pó, cheio de maldade, 

voltou firme noutro dia. 

2º MH: Ana Mairlene Moleta Retko, Ponta Grossa/PR 
Minha sogra sai bem cedo, 

vem aqui me visitar... 

no pó do chão passa o dedo, 

só pra ter o que falar! 

2º MH: Carlos Rogério Vriesman, Carambeí/PR 
Tanta carência que eu tinha, 

miséria que dava dó! 

Comia angu sem farinha, 

tomava café sem pó! 

2º MH: Massimiliano Angelo, Maringá/PR 
A lida é dura, rapaz, 

por mais que pareça estranho. 

...do pó ao pó voltarás, 

o jeito é tomar um banho.

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Âmbito Nacional – Categoria: Veterano – Tema: Esperança
(L/F) Comissão Julgadora: Andrea
Motta Paredes, Olga Agulhon e  Madalena Ferrante Pizzatto.  

1º Lugar: Professor Garcia, Caicó/RN 

Já sofri tantas derrotas, 

mas, das quedas, não me queixo!... 

E a esperança encontra as
rotas 

entre as pegadas que eu deixo! 

2º Lugar: Elisabete Rabello
Machado Brandão, São Paulo – SP 
Nas calçadas da lembrança, 

num brilho fugaz de estrela, 

brinca de roda a esperança, 

rindo de mim, que quis tê-la! 

3º Lugar: Mara Melinni, Caicó/RN 

Comparo a vida a uma dança, 

em que, se a gente erra o passo, 

há sempre os pés da esperança 

mostrando um novo compasso! 

4º Lugar: Geraldo Trombin, Americana/SP 

Quando a esperança falece 

dentro do meu coração, 

peço (humildemente) em prece: 

– Deus, me estenda a sua
mão! 

5º Lugar: Gilvan Carneiro, Niterói/RJ 

Como eu invejo essa gente 

que mesmo sem nada ter, 

faz da Esperança, semente 

de sonhos que quer colher!

Menção Honrosa 

(Por pontuação) 

1º MH: Paulo Cezar Tórtora, Rio de Janeiro/RJ 
Esperança é a luz de vela, 

que teima em ser sol a pino 

mesmo quando se revela 

o anoitecer do destino. 

2º MH: Renata Paccola, São Paulo/SP 

A esperança de um atleta 

é o tempo de uma corrida, 

mas quem tem o amor por meta 

pode esperar uma vida! 

2º MH: Carlos Alberto de
Assis Cavalcanti, Arcoverde/PE 
Aquela mão estendida, 

que tantos passam de largo, 

é a esperança de que a vida 

um dia adoce esse amargo. 

3º MH: Professor Garcia, Caicó/RN 

Abri janelas e portas, 

pois, dos teus nãos, estou farto; 

não quero esperanças mortas 

presas comigo em meu quarto! 

3º MH: Elvira Glória
Drummond Miranda (Elvira Drummond)
Fortaleza/CE. 

Se a tristeza me consome,  

mas resta, ainda, algum
sonho,  

minha esperança tem fome 

de um futuro mais risonho! 

3º MH: Dulcídio de Barros
Moreira Sobrinho, Juiz de Fora/MG 
A esperança vive, e então, 

nos mares encapelados, 

é a tábua de salvação 

para os sonhos naufragados. 

Menção Especial 

(por ordem de pontuação) 

1º ME: Carlos Alberto de
Assis Cavalcanti, Arcoverde/PE
Quisera ter esperança 

qual filhote que, no ninho, 

vê que o bico traz sustança 

quando a mãe pousa no pinho. 

2º ME: Magda Helena Gomes
Teixeira. Pouso Alegre-MG 
No aconchego de seu lar,  

a mãe que embala a criança 

é bela estrela a brilhar  

mantendo viva a esperança! 

3º ME: Jerson Lima de Brito,
Porto Velho/RO 

Quando o peito se angustia 

na lides em que se lança, 

supero a voz da agonia 

com os gritos da esperança. 

4º ME: Rita Aparecida
Ferreira Camargo da Cruz, Ribeirão Preto - SP
Maltratamos o planeta 

triste será nosso fim,  

porém, uma borboleta 

é esperança de um jardim!

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Âmbito Nacional – Categoria Veterano– Tema: 
(HUMORComissão Julgadora:
Andrea Motta Paredes, Eliana Palma e Flávio  Stefani.  

1º Lugar: Abdo Hallack, Juiz de Fora (MG) 

Até então bem comportado, 

dando orgulho a sua avó, 

ao ver o queijo ralado, 

pediu goiabada em pó. 

2º Lugar: Sérgio Bernardo, Nova Friburgo/RJ 

Depois do arrozal queimado, 

as cinzas em sacos pôs 

e foi vender no mercado, 

dizendo que é “pó de arroz”... 

3º Lugar: Paulo Roberto de
Oliveira Caruso, Niterói/RJ 
O Zé não gosta de banho 

e dos outros não tem dó; 

diz "Sem banho, eu não me acanho... 

Banho só com água em pó!" 

3º Lugar: Rozimar Gomes da Silva,
Viçosa/MG 

Ao netinho curioso, 

expliquei que éramos pó. 

Não me viu, ficou nervoso, 

gritando à areia: '- Vovó!' 

4º Lugar: Dulcídio de Barros
Moreira Sobrinho, Juiz de Fora/MG 
O touro feroz, sem dó, 

me sentou forte chifrada, 

levantei, tirei o pó, 

mas não a calça borrada.

5º Lugar: Márcia Jaber, Juiz de Fora/MG 

- És pó e ao pó voltarás, 

disse o padre no sermão, 

e o bebum diz lá de trás: 

- por isso é que eu beijo o chão! 

5º Lugar: Jonathan Leandro
Martins Reis, Congonhas/MG 
Maquilagem clandestina, 

o pó era aquele
"achado", 

mas o efeito não termina: 

veja este rosto empolado. 

Menção Honrosa 

(Por pontuação) 

1º MH: Antônio Francisco
Pereira, Belo Horizonte/MG
Ao ver a linda donzela 

ele a perseguiu sem dó, 

mas quando viu o pai dela, 

correu, sumiu, virou pó. 

2º MH: Professor Garcia, Caicó/RN 

O cabra é grosso e ranzinza, 

tão bruto de fazer dó... 

Que a quarta-feira de cinza, 

diz: quarta-feira de pó! 

3º MH: Maurício Cavalheiro, Pindamonhangaba/SP 
Limpou, por dentro e por fora, 

a urna cheia de pó, 

e, ao vê-la, a patroa chora:  

eram cinzas da vovó.

 

Menção Especial 

(Por pontuação) 

1º ME: Marilia Tresca, São Paulo/SP 

— Que tempero bom, sobrinha! 

— Pois usei aquele pó... 

— Mas isso não se cozinha, 

são as cinzas da vovó! 

2º ME: Marilia Tresca, São Paulo/SP 
Que gente de mente fraca... 

me causa espanto e até dó: 

pensam ralar bem a vaca, 

pra fabricar leite em pó! 

3º ME: Franz Kreüther Galvão
Pereira, Santa Bárbara do Pará/PA 
No dialeto mineirês 

tudo é "trem"... Ah, tenha dó! 

E me respondam vocês: 

que diabos é "pó pô
pó?". 

Categoria: Novo Trovador. Sem distinção de Âmbito 
Tema: Amizade  (L/F) 

Comissão Julgadora: Arlindo
Tadeu Hagen, José Ouverney e Maria  Lúcia Daloce.  

1º Lugar: Lilian Miranda dos
Santos, Santos/SP 

Onde a falsidade impera, 

nesse mundo pelo avesso, 

uma amizade sincera, 

é joia que não tem preço.
11 

2º Lugar: Marilia Tresca, São Paulo/SP 

Amizade é um bordado 

obra da agulha e da linha; 

movimento combinado 

que nenhuma faz sozinha. 

3º Lugar: Deise Machado, Ponta Grossa/PR 

Uma amizade sincera, 

só faz bem ao coração. 

É qual flor de primavera, 

a colorir a estação. 

3º Lugar: Ana Mairlene Moleta Retko, Ponta Grossa/PR 
Se amanhã quiser colher 

só bons frutos de verdade, 

ensine seu filho a crer, 

no valor de uma amizade! 

4º Lugar: Jairo Umberto
Pereira Costa, Capão do Leão/RS 
Neste tempo de incerteza, 

de conflitos e tensão, 

amizade é fortaleza 

que protege o coração. 

5º Lugar: Valdenito de
Souza, Rio de Janeiro/RJ
Companheiro, amigo, irmão, 

tens a marca da verdade. 

Brindemos nossa união, 

e, viva nossa amizade. 

Menção Honrosa 

(Por pontuação)

12 

1º MH: Amanda Fiorillo, Curitiba/PR 
Amizade é dom sagrado, 

reflexo do amor de Deus, 

prova do imenso cuidado 

dele com os filhos seus. 

2º MH: Lilian Miranda dos
Santos, Santos/SP 
A amizade não se abala 

com qualquer maledicência; 

crê, confia, não se cala, 

ouve a voz da consciência.